quarta-feira, 30 de maio de 2012

POSSE DO CEC __ CONSELHO ESCOLA COMUNIDADE

Nos dias 23, 24 e 25 da semana passada, responsáveis, alunos, funcionários e professores, compareceram às urnas para elegerem os membros do Conselho Escola Comunidade de nossa escola.  
Na última segunda feira, dia 28, as urnas foram abertas e os votos contados verificando-se então os membros eleitos.  
Hoje, dia 30, pela manhã, os representantes de cada segmento tomaram posse na presença da Comissão Eleitoral, sendo apresentados formalmente pela Presidente, prof. Vandy e , depois das palavras da diretora Márcia de Fátima parabenizando à todos, foi  lavrada e assinada a  Ata de Posse.

Prof. Vandy, Presidente da Comissão, apresentando a aluna eleita,
Camila S. da Mata, turma 1401

Márcia de Fátima, diretora __ palavras de incentivo





 Assinatura da Ata de Posse na presença da Comissão Eleitoral

Ivany , segmento responsável e profª Valéria Cid, segmento professor

Responsáveis __ Comissão Eleitoral , Regina Célia e CEC, Jorgina, respectivamente

Profª Claudia , segmento professor


"Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

SEMINÁRIO SOBRE DROGAS

Durante toda a manhã desta segunda feira, dia 28, a aluna Verônica Bezerra , segmento aluno e  a professora Valéria Cid, segmento professor do Grêmio Estudantil de nossa escola, participaram do SEMINÁRIO SOBRE DROGAS ocorrido no auditório da 4ª CRE.

A dinamizadora, professora Glória Antonieta Macedo, da SME, desenvolveu o tema de forma simples e lúdica, facilitando a compreensão e buscando a participação e interação entre todos os presentes.


Utilizando vários recursos como músicas, slides, textos e dinâmicas em grupo, ela falou da relação entre nossos hormônios e as drogas que oferecem substâncias similares, sobre os efeitos das drogas em nosso organismo e como atuam.
Aproveitou para incentivar as  atividades que causam satisfação física e mental , como prática de esportes, dança, música, passeios, tudo de forma prazerosa e saudável, sem a necessidade do uso dessas substâncias químicas.

Seguem algumas fotos deste momento, registradas pela prof. Valéria Cid:









sexta-feira, 25 de maio de 2012

Passeio ao Museu Casa do Pontal

Nesta quinta feira, dia 24 de maio, os alunos das professoras Claudia Reis e Raquel Barboza participaram de um maravilhoso passeio cultural no Museu Casa do Pontal. 



Dentro do ônibus já se percebia a animação dos alunos e professores , assim como dos responsáveis que se disponibilizaram à acompanhá-los.  O próprio percurso feito pelo ônibus já proporcionou aos alunos um momento visual  riquíssimo de descobertas passando por locais do Rio de Janeiro que muitos nunca haviam tido acesso, como a Praia . 
Lá chegando, se depararam com uma área verde preservada  em um tranqüilo sítio no Recreio dos Bandeirantes, entre a Prainha e a Serra do Mar.  
A Casa do Pontal é considerado o maior e mais significativo museu de arte popular do país. O acervo abrange cerca de oito mil esculturas de 200 artistas de 24 estados diferentes, produzidas durante a segunda metade do século XX. 

 

"A Casa do Pontal é uma homenagem ao País que me acolheu e me possibilitou a realização de um sonho - sonho que espero poder transmitir ao visitante. Num mundo corrupto, dominado pela violência e pelo ódio, é saudável encontrar outro universo, criado por mãos habilidosas de artistas humildes e honestos.
Um pouco como se fosse uma história em quadrinhos, as peças aqui expostas registram, nos seus mais variados aspectos, a vida do povo brasileiro. É a história de algumas gerações, retratada com fidelidade e contada com humor e poesia:
·         nas suas atividades profissionais, liberais ou artesanais,legais ou marginais,individuais ou coletivas, masculinas ou femininas;
·         no seu relacionamento com a família, com a sociedade, com a vida;
 - nas suas tradições, suas alegrias, seus sofrimentos e sua fé.
Um pouco também como se fosse um álbum de família."

Jacques Van de Beuque
(texto de abertura da exposição permanente do Museu Casa do Pontal)

 O Museu Casa do Pontal está aberto ao público de terça a domingo, das 9h30 às 17h. 

 Veja todos os momentos deste dia no álbum em nosso perfil no Facebook:





Muito Bom !!!!  Quer ver mais ???  Clique ao lado em CICLO DE FORMAÇÃO e veja todos os momentos do passeio.
E não esqueça, deixe um comentário!!!!!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ARTES NA ESCOLA

Nossa escola tem trabalhado com a Disciplina de  Artes com a Professora Valesca, que atende todas as turmas, desde a Educação Infantil até o 5º ano. 


De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, "a educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, auxiliando o aluno a desenvolver sua sensibilidade, percepção e imaginação, favorecendo a relação com as outras disciplinas."

Alimentando os alunos com informações e procedimentos artísticos, a professora proporciona a oportunidade de conhecer o que é produzido em outras comunidades, valoriza a cultura dos povos, possibilita reconhecer semelhanças e diferenças, além de conhecerem as manifestações que compõem os acervos da cultura popular, erudita, modernos meios de comunicação e novas tecnologias.

São aulas dinâmicas e prazerosas. Recentemente, a professora fez uma pequena exposição dos trabalhos feitos pelas turmas neste 1º Bimestre. Veja a seguir os belíssimos trabalhos:









VEJA AS FOTOS DE TODOS OS TRABALHOS NO ÁLBUM EM NOSSO PERFIL NO FACEBOOK:  TRABALHOS DE ARTE








domingo, 13 de maio de 2012

DIA DAS MÃES

SEGUNDO DOMINGO DE MAIO !!!!!!!


A origem do Dia das Mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica. 


  Retrato de Mãe
♥♥♥"Uma mulher existe que,
pela imensidão de seu amor,
tem um pouco de Deus,
e muito de anjo pela incansável solicitude dos cuidados seus;
uma mulher que, ainda jovem, tem a tranquila sabedoria de uma anciã
e, na velhice, o admirável vigor da juventude;
se de pouca instrução,
desvenda com intuição inexplicável os segredos da vida
e, se muito instruída age com a simplicidade de menina;
uma mulher que sendo pobre,
tem como recompensa a felicidade dos que ama,
e quando rica,
todos os seus tesouros daria para não sofrer no coração a dor da ingratidão;
sendo frágil, consegue reagir com a bravura de um leão;
uma mulher que, enquanto viva, não lhe damos o devido valor,
porque ao seu lado todas as dores são esquecidas;
entretanto quando morta,
daríamos tudo o que somos e tudo o que temos
para vê-la de novo ao menos por um só momento,
receber dela um só abraço,
e ouvir de seus lábios uma só palavra.
Dessa mulher não me exijas o nome,
se não quiseres que turve de lágrimas esta lembrança, porque...
já a vi passar em meu caminho.
Quando teus filhos já estiverem crescidos,
lê para eles estas palavras.
E, enquanto eles cobrem a tua face de beijos,
conta-lhes que um humilde peregrino,
em paga da hospedagem recebida,
deixou aqui para todos o esboço do retrato de sua própria mãe."

Tradução do original de D. Ramóm Angel Jara Bispo e Orador Chileno